com sumo

dormir sobre o branco
sorver do leito o alimento
acomodar a face na margem
de onde sulco não brota

nenhum galho
quebra
nem um ai, nem um pio

a lâmina permanece
faz-se morta
trovão atiça a matéria
que liquida e soçobra

o jardim o bosque
aorta
bate na boca
da caçapa
enche de mel
repugna
perde o xaxim

tudo apodrecendo feio
a narina sorvendo
o gosto que exala
do último episódio

doce de doer

na devastação gasosa
tudo atrás do toco
não demora em ser
fratura exposta

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